(Fonte: manifestoesponja)
Quem quer ver a divindade,
Não a verá,
Porque ela é invisível.
Quem quer ouvir a divindade,
Não a ouvirá,
Porque ela é inaudível.
Quem quer tanger a divindade,
Não a tangerá,
Porque ela não tem forma.
Nenhum caminho parcial
Conduz à meta total.
Só na visão do todo se encontra a divindade
E então a superfície parece tenebrosa escuridão,
Enquanto a profundeza parece luminosa superfície.
Nunca a divindade é inteligível,
Ela permeia o universo sem-fim
E gira pelo todo como se fosse o nada.
A divindade é uma forma sem forma.
A divindade é o ser sem existir,
É o mais insondável de todos os insondáveis.
Quem encara a divindade não lhe vê a face.
Quem segue o infinito o verá sempre fugitivo.
Só quem sintoniza com o infindável,
Esse o conhece realmente,
Como os antigos o conheciam,
Eles, que sabiam que todos os visíveis
Nascem do invisível.
(via manifestoesponja)
(…) fico só, sabendo
que todos os objectos têm a
forma do teu corpo, e
todos os sons se reconduzem
à tua voz. não deambulo
pela casa – excessiva de ti – fujo-lhe
na ausência de movimento e
no desejo de ficar absolutamente
só. lembro-me de como não gostas
de me ver chorar.
Valter Hugo Mãe (via umoutrooutono)er Hugo Mae
(via assindeto)
(Fonte: lastcigarettemargaret, via chineseisabadass)
(Fonte: blurreddivisions, via oscomigosdemim)
(via le-chapeau)
…e a mesa por baixo a sonhar
(Fonte: acumulando-desafetos, via above-chaos)
(Fonte: obsesssedwith)
(Fonte: retournfromrehab, via kouahnt)
(Fonte: le-spleen-de-paris, via cafeparaacordarosmortos)
(via lesmarionettes)





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